Direito do trabalhador · Motoristas
Motorista, o seu holerite bate com as horas que você roda?
Jornada de 12, 14 horas, adicional noturno que some, comissão que “já inclui” a hora extra. Se o que cai na conta não reflete a sua estrada, dá para revisar os últimos anos — e cobrar o que ficou para trás.
A primeira conversa é pelo WhatsApp, sem custo e sem compromisso.
- Atendimento pelo WhatsApp
- 100% sigiloso
- Retorno rápido
- Análise sem custo
Confira se você tem direito a receber mais
Se um desses pontos é a sua rotina, vale uma análise. Muitos motoristas descobrem tarde que passaram anos recebendo abaixo do que a lei garante.
- Jornada de 10, 12 ou 14 horas sem receber a hora extra corretamente
- Holerite com valores que não batem com o que você trabalhou
- Comissão que “já inclui” as horas extras — o famoso salário complessivo
- Verbas rescisórias calculadas só pelo “valor da carteira”, ignorando o real
- Trabalho à noite sem o adicional noturno
- Sem o intervalo de 11 horas entre uma jornada e outra
O que um motorista pode cobrar na Justiça
Cada ponto abaixo tem valor. Somados, os últimos anos podem representar bem mais do que parece.
Horas extras
Tudo que passou da jornada legal, com adicional de 50% — ou 100% em domingos e feriados.
Adicional noturno
O trabalho entre 22h e 5h vale mais, e a hora noturna é reduzida (52min30s).
Intervalos suprimidos
Intervalo de refeição e as 11h entre jornadas viram indenização quando não são respeitados.
Reflexos
Horas extras reconhecidas repercutem em férias, 13º, FGTS e aviso prévio.
Tempo de espera e carga
Tempo à disposição, carga e descarga e espera podem contar como jornada.
Rescisão correta
Recálculo das verbas pela remuneração real, não apenas pelo valor registrado.
Quando o holerite esconde o que é seu
Algumas práticas comuns no transporte reduzem o que você recebe — e nem sempre são legais. Entender cada uma é o primeiro passo para reverter.
- “A comissão já cobre a hora extra”: a lei não permite pagar hora extra embutida na comissão.
- “Valor de carteira”: rescisão calculada por um salário menor que o real, sem as comissões.
- Jornada “batida” no papel, diferente da real — rastreador, diário de bordo e tacógrafo contam a verdade.
- Adicional noturno e intervalos simplesmente não lançados no holerite.
Como funciona, do começo ao fim
Sem juridiquês e sem compromisso. No fim, você decide se quer seguir.
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Passo 01
Você conta o caso
Pelo WhatsApp, você explica a situação e como era a sua rotina de trabalho.
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Passo 02
Algumas perguntas básicas
Fazemos perguntas simples para entender os pontos que geram direito.
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Passo 03
Parecer do caso
Você recebe uma leitura clara: se há o que cobrar, o caminho e o que esperar.
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Passo 04
Você decide — sem compromisso
Se fizer sentido, seguimos juntos. Se não, você fica com a orientação, sem custo.
Perguntas de quem roda na estrada
Se a sua não estiver aqui, é só perguntar no WhatsApp.
Não. Dá para cobrar durante o contrato, mas muita gente prefere agir após a saída. Existe prazo: em regra, os últimos 5 anos, e até 2 anos depois do desligamento.
Sim. Comissão e hora extra são coisas diferentes. Pagar uma “embutida” na outra não é permitido — e isso costuma gerar valores a receber.
O papel é só uma parte. Rastreador, diário de bordo, tacógrafo, conversas e testemunhas ajudam a mostrar a jornada real.
A primeira conversa pelo WhatsApp é sem custo. A forma de honorários é combinada de maneira transparente antes de qualquer passo.
Sim. O atendimento é pelo WhatsApp e o acompanhamento é feito online, em todo o Brasil.
Cada mês que passa é um mês a menos para cobrar
O direito às horas extras prescreve com o tempo. Uma conversa rápida pelo WhatsApp já diz se vale a pena — e é sem custo.
Fale agora pelo WhatsApp
Conte a sua situação em poucas linhas. O retorno é rápido, pelo WhatsApp, com um advogado — sem custo e sem compromisso.
Seus dados são protegidos por sigilo profissional e não são compartilhados.
- Sigilo profissional garantido
- Retorno em até 24h úteis
- Atendimento online para todo o Brasil
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